Estande Três Coroas Shoes na Zero Grau fatura 20% a mais que em 2018

A melhor Zero Grau de todos os tempos. Assim resumiu a mostra a proprietária da Cia Perfeita, Queli Faiffer, uma das 12 empresas expositoras do estande Três Coroas Shoes na feira de calçados e acessórios realizada de 18 a 20 de novembro no Serra Park, em Gramado. Ela explica que percebeu o mercado mais aquecido do que nos anos anteriores, com clientes pechinchando menos e mais focados em buscar novidades para comercializar em suas lojas entre janeiro e fevereiro. “Nosso mix de produtos foi muito elogiado, porque temos desde a rasteira até a meia-pata”, acrescenta, ao contar que também lançou novas linhas de alto valor agregado, uma voltada ao mercado premium, com modelos em píton, e outra para noivas, ambas desenvolvidas em parceria com a estilista Vera Roloff. A empresa também abriu os primeiros clientes no mercado externo, em países da América Latina.
Os números apurados pelo Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) refletem o entusiasmo de Queli. Conforme o executivo comercial da entidade, Juliano Mapelli, foram comercializados pelo estande 117.788 pares, um crescimento de 46,8% na quantidade negociada e de 20,9% no valor total faturado (R$ 5.913.020,00) em relação ao evento de 2018, quando o espaço reuniu 11 expositores (um a menos que neste ano). Do total, 18% dos pares terão como destino o mercado externo.
A expectativa de negócios futuros, realizada com base nos contatos iniciados na Zero Grau, é ainda maior do que o faturado: R$ 6.703.000,00. O número de novos clientes abertos ao longo dos três dias de feira também é expressivo. Foram 119 contatos realizados pela primeira vez. A média comercializada pelos 12 participantes do estande foi de 9.816 pares, o que representou R$ 492.751,67 em faturamento. Por par, a média ficou em R$ 50,20.
“Tudo isso é reflexo da visibilidade que o projeto vem ganhando, seja por conta da nossa presença nas redes sociais, por meio da revista que publicamos, newsletter, whatsapp, distribuição de folders, e também pelo tamanho que estamos ganhando. Consolidamos a marca Três Coroas Shoes e, com isso, o lojista já chega na feira em busca do nosso espaço”, avalia Mapelli, ressaltando que este é o quarto ano de realização do projeto. “Também temos boas empresas reunidas em nosso espaço, com produtos de qualidade e design diferenciado. Isso contribui muito”, acrescenta ele.
Participaram do estande Três Coroas Shoes na Zero Grau as marcas Aline Melo, Ana Vitória, Andine, Cia Perfeita, Eléia, Ipadma, Infinitu’s, Mulher Sofisticada, Parabela, Stéphanie Classic, Vanittà e Variettá. O próximo evento com presença do estande Três Coroas Shoes é a Couromoda, que ocorre de 13 a 15 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

REDES SOCIAIS
Acompanhe as novidades do Três Coroas Shoes no site do sindicato, www.sindicatotrescoroas.com.br, no Facebook, Instagram e agora também no Youtube, onde podem ser conferidos vídeos produzidos nas feiras de Gramado, making of de editoriais, além de produções institucionais.

Participação do Três Coroas Shoes em showroom no Peru considerada positiva

A primeira missão internacional do projeto Três Coroas Shoes ocorreu de 11 a 13 de novembro, em Lima, capital do Peru, de maneira satisfatória para todos participantes. Fizeram parte da comitiva as marcas Andine, Bebecê, Cecconello, Eléia, Stéphanie Classic, Valentina e Werner, apoiadas pelo Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC), responsável pelo suporte operacional. Trata-se de uma promoção do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). No total, 30 grifes nacionais participaram das rodadas de negócio. Este será o primeiro de quatro showrooms previstos no Peru. Para 2020, a ideia é que o projeto leve fabricantes do polo para mais três eventos internacionais.
Executivo comercial do SICTC, Juliano Mapelli acompanhou o grupo, juntamente com o presidente da entidade, Joel Brando Klippel, e considera a experiência muito positiva. “Todos ficaram bem satisfeitos. Bons clientes foram ao showroom, o que permitiu abrir novos contatos para o polo”, comenta Mapelli. Klippel se mostrou bastante entusiasmado com a escolha do Peru. “É um país organizado e com crescimento sólido de 120 meses consecutivos, com média ao ano de crescimento de 5%. Os peruanos importam 50% de seus calçados e consideram nossos produtos referência tanto em design como em conforto e qualidade”, aponta o dirigente, que acredita que, para aumentar os volumes de venda com aquele país, é preciso uma maior aproximação e exposição dos produtos três-coroenses.
Com 25 anos de experiência no mercado externo, o diretor da Stéphanie Classic, Fábio Spohr, foi um dos grandes incentivadores desta primeira investida do Três Coroas Shoes além-fronteiras. “Para quem está neste cenário internacional, trata-se de um caminho de sobrevivência das empresas. Mas é preciso ter em mente que negócios não se constroem da noite para o dia, temos de ser persistentes. O Peru é um país ainda em crescimento, talvez o único mais estável da América Latina. O dólar está subindo e ficará neste patamar alto, então, sem dúvida, abrir mercado externo é um ótimo caminho”, analisa Spohr.
Conforme levantamento realizado pela Abicalçados, as rodadas de negócios renderam a todos participantes da missão mais de 330 contatos com compradores locais, convidados através do serviço de matchmaking. A Missão teve, ainda, Seminário Preparatório, visita ao mercado local e ação de promoção de imagem, o Photocall.

SAIBA MAIS
Novo mercado-alvo do Brazilian Footwear no biênio 2019/2021, o Peru destaca-se por ser um país em constante crescimento, com elevação do PIB acima da média registrada nos demais países da América Latina – a previsão é de que o país cresça 4% ao ano até 2023. Para a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, as projeções positivas da economia peruana e o potencial consumidor do mercado apontam para parcerias comerciais promissoras. “Durante as rodadas de negócios pudemos observar a sintonia entre as marcas brasileiras e os varejistas peruanos. Além disso, o nosso grupo era bem composto, tendo calçados de todos os segmentos, materiais e faixas de preço, o que auxiliou na prospecção e atração dos compradores”, frisa Paola. Prova do sucesso da ação pode ser vista nos resultados finais: a expectativa é de que sejam gerados mais de USD 3,55 milhões com a venda de aproximadamente 225 mil pares.

SEMINÁRIO PREPARATÓRIO
Além das rodadas de negócios, a Missão Comercial Peru contou com o Seminário Preparatório, realizado antes do showroom abrir suas portas. Durante toda a manhã do dia 11 de novembro, os empresários brasileiros puderam conhecer mais do mercado peruano, por meio de apresentações de Cauê Oliveira Fanha, da Embaixada do Brasil em Lima; Carlos Sánchez Badillo, do escritório da Apex-Brasil da América Latina; e de Iván Olaechea del Valle, diretor da Citecall Lima; bem como de Alice Rodrigues, coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, e Paola Pontin. Após o Seminário, as empresas fizeram visitas ao mercado.

 

SICTC confiante na redução do ICMS sobre o calçado do RS

Depois do anúncio da redução do ICMS de 7% para 3,5% da indústria do calçado no Estado de São Paulo, feito pelo governador João Dória nesta terça-feira, 26 de novembro, ao que tudo indica, o governador gaúcho, Eduardo Leite, está determinado a fazer valer a promessa de diminuir o imposto no RS também.
Joel Brando Klippel, presidente do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) e um dos líderes do movimento #ICMSIGUALPARATODOS, diz que ainda há um impasse quanto ao índice que será concedido. “Estamos pleiteando 3,5% a 4%, mas a Secretaria da Fazenda sugere iniciarmos a partir de 4,5% com redução gradual, à medida em que avancemos com os números de retomada do crescimento”, detalha ele, ciente de que o governo gaúcho não pode abrir mão de receita.
“Não queremos causar um problema para os cofres públicos. Muito pelo contrário, ao reduzir a alíquota para até 4%, o Estado, inclusive, irá recuperar tributos que hoje são faturados por grandes fabricantes gaúchos no Espírito Santo, onde a tributação para atacadistas é de 1%”, argumenta Klippel.
Diversas reuniões de trabalho vêm sendo realizadas com o intuito de chegar ao que seria a alíquota perfeita para incentivar estas empresas a voltar a faturar pelo Rio Grande do Sul. “Só estes fabricantes tributam R$ 2 bilhões por ano fora do RS. Com a revisão do índice do ICMS no Estado, não será mais vantajoso para eles fazer este movimento e, com isso, o governo gaúcho irá recuperar receita”, compara ele. As estimativas feitas pelo grupo de trabalho apontam para um retorno imediato de R$ 80 milhões em impostos aos cofres do Estado.

DECRETO SAI AINDA ESTE ANO
A minuta do pleito foi apresentada na quinta-feira passada, 21 de novembro, ao governador, que demonstrou muita pressa em dar andamento à pauta. “Ficou acordado com o próprio governador que o decreto será assinado ainda este ano”, informa Klippel, demonstrando otimismo com o desfecho positivo da demanda, determinante para a retomada da produção calçadista no Estado. Hoje, o ICMS praticado sobre a atividade calçadista no RS é de 12%.

Estande Três Coroas Shoes na Zero Grau é o maior desde a criação do projeto

No primeiro dia da feira, também ocorre o relançamento do Selo Empresa Verde

A edição de 2019 da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios que ocorre de 18 a 20 de novembro, no Serra Park, em Gramado/RS, será um marco na trajetória do Três Coroas Shoes. Trata-se do maior estande já realizado, tanto em quantidade de empresas, quanto em metragem. São 374 metros quadrados de área total, onde estarão reunidas as marcas Aline Melo, Ana Vitória, Andine, Cia Perfeita, Eléia, Ipadma, Infinitu´s, Mulher Sofisticada, Parabela, Stéphanie Classic, Vanittà e Variettá. Todas apresentarão ao mercado suas coleções para a temporada outono-inverno 2020.

Outra novidade desta edição é que, no dia 18, às 18h, será relançado o Selo Empresa Verde, certificação concedida pelo Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) aos seus associados. Os empresários do polo que participarem do encontro serão convidados a assinar um termo de adesão, comprometendo-se a cumprir os parâmetros dispostos no regulamento.

O Estande Três Coroas Shoes terá dois novos participantes nesta edição. São eles Parabela e Ana Vitória. Empresa de calçados femininos com capacidade produtiva de 100 mil pares/mês, a Ana Vitória fabrica também as marcas Ana Flex e Angel Flex. São mais de 30 linhas de produto, com diferenciais de conforto e numeração que vai do 33 ao 43. “A partir desta edição da Zero Grau, iniciamos uma parceria com o SICTC para consolidarmos cada vez mais nossas marcas no mercado, pois acreditamos na força da união”, diz a responsável pela área comercial da Ana Vitória, Ani Bertoldi.

ÓTIMAS EXPECTATIVAS 

Executivo-comercial do SICTC, Juliano Mapelli diz que a expectativa não poderia ser melhor em relação a esta edição da Zero Grau. “Temos um número muito bom de clientes confirmados para a feira, tanto do mercado interno quanto externo. Com mais marcas, nosso estande acaba se tornando mais visível e atrativo aos lojistas”, considera ele. Outro fator que garante um fluxo constante de compradores no Estande Três Coroas são as ações realizadas no pré-feira. Produzida em parceria com o Grupo Sinos, a Revista Três Coroas Shoes é entregue aos visitantes antes e durante o evento. “É uma ferramenta que desperta a curiosidade do lojista, que já fica por dentro dos lançamentos das marcas de nossos associados”, considera Mapelli.

O Estande Três Coroas Shoes fica no Corredor J, número 1006.

Foto: reprodução 

Estado deve anunciar nos próximos  dias como atenderá pleito do ICMS

Uma comitiva de representantes de sindicatos calçadistas do RS e da Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACI) de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha entregou, nesta terça-feira, 29 de outubro, na Secretaria Estadual da Fazenda, documento que formaliza a entrega do pleito ICMS Igual para Todos. Nele constam o resumo das reivindicações e as assinaturas de todos sindicatos e associações envolvidos na mobilização. Conforme o presidente do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC), Joel Brando Klippel, nos próximos dias o governo gaúcho deverá anunciar de que maneira poderá atender às demandas, a cada dia mais urgentes, da indústria calçadista do RS. A expectativa é que, à medida em que forem cumpridas as contrapartidas asseguradas pelos calçadistas, o Estado concederá mais benefícios.

No último dia 24 de outubro, os deputados Dalciso de Oliveira e Issur Koch, acompanhados do assessor jurídico Valmor Biason, reuniram-se com o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves, e técnicos da Receita gaúcha, para apresentação das contrapartidas das indústrias gaúchas, uma demanda que havia sido solicitada no primeiro encontro com o subsecretário, no dia 16 de setembro. Ele abriu a reunião falando da necessidade de um pacto setorial abrangente, incluindo faturamento, empregos, geração de ICMS, dentre outros aspectos. Explicou que há necessidade de justificar o incentivo para a sociedade e para o Tribunal de Contas.

AS CONTRAPARTIDAS DAS INDÚSTRIAS

Entre as contrapartidas apresentadas estão a aquisição de, no mínimo, 50% de insumos produzidos no Estado; 90 % das importações através de estabelecimentos aduaneiros localizados no RS; manutenção de, no mínimo, 90% dos empregos, considerando-se como base a média dos últimos 12 meses em relação à média anualizada do mês de apuração; apropriação do crédito somente para as empresas que efetuarem o pagamento do ICMS até o final do mês do vencimento; empresas, inclusive participantes de grupos econômicos, aderentes ao benefício não poderão realizar transferências de produtos prontos para outros Estados para posterior venda; empresas, inclusive participantes de grupos econômicos, aderentes ao benefício, devem dar preferência ao Estado em relação aos investimentos em ativo fixo.

Biason fez a explanação do pleito e das contrapartidas e a equipe da Receita entendeu que o percentual de 50% de aquisição de insumos do RS é baixo. O assessor jurídico expôr que o principal problema é o couro, que não tem produção interna suficiente. Houve a possibilidade, então, de avançar para um percentual de 70% se forem excluídos o couro e os insumos que não têm produção no Estado. O governo também pede a manutenção integral dos empregos, condição que, conforme avalia Biason, pode ser prejudicial para muitos negócios, por conta da produção ser bastante cíclica.

A transferência de mercadorias para o Espírito Santo também foi assunto do encontro. Biason afirmou que as empresas que adotam essa prática voltarão a fazer as operações pelo RS.

Neves mencionou que a Receita Estadual fará estudos e que a ideia é “calibrar” o crédito presumido, informando que “talvez” não seja para chegar nos 3%, o que, na avaliação de Biason, é um claro indicativo de que o governo não pensa exatamente na equiparação, mas numa aproximação do incentivo de SC.

“De forma geral, nossa impressão é de que teremos alguns avanços na formatação do crédito presumido, mas ficou claro que a Secretaria Estadual da Fazenda quer compromissos objetivos dos calçadistas e que isso será objeto de um pacto setorial”, acrescenta Biason.

Fotos: Divulgação 

Estado quer pacto setorial abrangente para conceder equiparação do ICMS

O pleito pela igualdade tributária do setor coureiro-calçadista do RS aos demais polos brasileiros teve novo avanço no último dia 24 de outubro. Os deputados Dalciso de Oliveira e Issur Koch, acompanhados do assessor jurídico Valmor Biason, reuniram-se com o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves, e técnicos da Receita gaúcha, para apresentação das contrapartidas das indústrias gaúchas, uma demanda que havia sido solicitada no primeiro encontro com o subsecretário, no dia 16 de setembro. Ele abriu a reunião falando da necessidade de um pacto setorial abrangente, incluindo faturamento, empregos, geração de ICMS, dentre outros aspectos. Explicou que há necessidade de justificar o incentivo para a sociedade e para o Tribunal de Contas.

AS CONTRAPARTIDAS DAS INDÚSTRIAS
Entre as contrapartidas apresentadas estão a aquisição de, no mínimo, 50% de insumos produzidos no Estado; 90 % das importações através de estabelecimentos aduaneiros localizados no RS; manutenção de, no mínimo, 90% dos empregos, considerando-se como base a média dos últimos 12 meses em relação à média anualizada do mês de apuração; apropriação do crédito somente para as empresas que efetuarem o pagamento do ICMS até o final do mês do vencimento; empresas, inclusive participantes de grupos econômicos, aderentes ao benefício não poderão realizar transferências de produtos prontos para outros Estados para posterior venda; empresas, inclusive participantes de grupos econômicos, aderentes ao benefício, devem dar preferência ao Estado em relação aos investimentos em ativo fixo.
Biason fez a explanação do pleito e das contrapartidas e a equipe da Receita entendeu que o percentual de 50% de aquisição de insumos do RS é baixo. O assessor jurídico expôr que o principal problema é o couro, que não tem produção interna suficiente. Houve a possibilidade, então, de avançar para um percentual de 70% se forem excluídos o couro e os insumos que não têm produção no Estado. O governo também pede a manutenção integral dos empregos, condição que, conforme avalia Biason, pode ser prejudicial para muitos negócios, por conta da produção ser bastante cíclica.
A transferência de mercadorias para o Espírito Santo também foi assunto do encontro. Biason afirmou que as empresas que adotam essa prática voltarão a fazer as operações pelo RS.
Neves mencionou que a Receita Estadual fará estudos e que a ideia é “calibrar” o crédito presumido, informando que “talvez” não seja para chegar nos 3%, o que, na avaliação de Biason, é um claro indicativo de que o governo não pensa exatamente na equiparação, mas numa aproximação do incentivo de SC.
“De forma geral, nossa impressão é de que teremos alguns avanços na formatação do crédito presumido, mas ficou claro que a Secretaria Estadual da Fazenda quer compromissos objetivos dos calçadistas e que isso será objeto de um pacto setorial”, acrescenta Biason.

Couromoda apresenta pesquisa sobre  comportamento dos lojistas em encontro no SICTC

Nesta segunda-feira, dia 28 de outubro, a partir das 19h, no Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC), ocorre a apresentação dos resultados da pesquisa realizada pela Couromoda sobre o comportamento dos lojistas na feira. Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail contato@sindicatotrescoroas.com.br ou pelo telefone (51) 3546-1346.
Os varejistas que participaram do estudo foram selecionados entre os mais de 8 mil de todos os estados brasileiros que visitaram as duas últimas edições da Couromoda. Qual o comportamento do lojista diante de estandes fechados que exigem identificação na porta? A realização de seminários durante a feira é positiva para a visitação? Qual é o real interesse em comprar pronta-entrega na Couromoda? Qual o momento ideal para receber as coleções de inverno? O varejo precisa de lançamentos de alto-verão na Couromoda para entrega nos primeiros meses do ano? As respostas a estas e outras questões serão detalhadas no evento, que será comandado pelo diretor do Fórum Couromoda, Airton Dias.

PRÓXIMAS AÇÕES
Na oportunidade, também serão divulgadas as ações que a Couromoda está desenvolvendo para ampliar ainda mais a presença de lojistas e importadores na edição de 2020, que ocorre de 13 a 15 de janeiro, no Expo Center Norte, na capital paulista.
O diretor geral da Couromoda, Jeferson Santos, juntamente com o presidente do SICTC, Joel Brando Klippel, esperam a presença de um grande contingente de empresários, interessados em contar com dados qualificados para buscar a assertividade em seus planos para a presença na próxima Couromoda. O roteiro de apresentações já passou pelas cidades de Jaú, Birigui e Franca, em São Paulo.

Projeto Três Coroas Shoes participa de primeira missão internacional

Criado em 2015 para fortalecer as marcas do polo, o projeto Três Coroas Shoes embarca para sua primeira missão internacional. De 11 a 13 de novembro, sete marcas preparam seus mostruários para participar da Missão Comercial Peru, showroom que ocorrerá em Lima, capital peruana. A Missão, que conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC), é uma promoção do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Confirmaram participação as marcas Andine, Bebecê, Cecconello, Eléia, Stéphanie Classic, Valentina e Werner.

“É uma demanda de nossos associados ampliarmos a participação do Três Coroas Shoes para além das fronteiras do Brasil”, explica Juliano Mapelli, executivo comercial do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC. Ele conta que desde o primeiro semestre vinham sendo estudadas maneiras de oportunizar o contato de fabricantes do polo com o mercado externo em formato coletivo. Profissionais de empresas locais que já acumulam experiência com clientes internacionais auxiliaram na definição desta primeira missão.

Num total, serão 23 fabricantes brasileiros, sete deles de Três Coroas, todos devidamente identificados com o selo do projeto. Atualmente, muitos dos fabricantes da região já mantêm negócios com o Peru e o objetivo é ampliar a presença do calçado de Três Coroas naquele país. Além da presença no showroom, os fabricantes também têm acesso a um seminário preparatório, reuniões agendadas por serviço de matchmaking (organizadas pela Abicalçados), visitas ao mercado local e Photocall, ação de imagem com jornalistas peruanos.

POTENCIAL COMPRADOR

Conforme informações da Inteligência de Mercado da Abicalçados, o Peru é o 7º maior comprador do calçado Made in Brazil. De janeiro a setembro deste ano, foram embarcados 3,3 milhões de pares. “É um mercado a ser explorado, especialmente diante da previsão de crescimento superior a 4% do PIB para 2019”, enfatiza Mapelli.

Para o lojista peruano, o Brasil é considerado um lançador de tendências em calçado e é comum encontrá-los em feiras e eventos calçadistas daqui. A data escolhida para promover o showroom também é considerada positiva. “É o momento de compra deles. Como é uma negociação mais morosa, vimos como positiva a proximidade com a Zero Grau (evento lançador das coleções de inverno 2020, marcado para 18 a 20 de novembro, em Gramado/RS). O lojista conhece o produto e estreita relações com nossos fabricantes lá e vem fechar pedidos aqui”, avalia o executivo do SICTC.

Cada expositor leva em torno de 60 a 80 modelos, todos já parte das coleções que serão exibidas na Zero Grau.

APOIO DO SICTC

Além da mobilização para viabilizar a participação das empresas do polo no evento, o projeto Três Coroas Shoes se responsabiliza pelas demandas operacionais dos expositores, além de oferecer subsídio de US$ 100 para cada empresa. Outros US$ 100 serão subsidiados pela Prefeitura de Três Coroas. Este será o primeiro de quatro showrooms previstos no Peru. Para 2020, a ideia é que o projeto leve fabricantes do polo para mais três eventos internacionais.

Foto: Michel Pozzebon

Governador visita sede do SICTC e diz que pleito do ICMS é “justo e legítimo”

Quase um ano depois de encontrar-se com líderes empresariais do Vale do Paranhana na sede do SICTC, ainda na condição de candidato ao chefe do Executivo gaúcho, o agora governador do Estado, Eduardo Leite, volta a Três Coroas, diante de um auditório lotado, para falar sobre o que ele e sua equipe têm feito pelo setor. O reencontro ocorreu na sexta-feira, 18 de outubro, quando Leite foi recepcionado por alunos da Escola de Sapateiros, projeto que em 2019 comemora dez anos.
Os empresários demonstraram preocupação com o cenário atual: em 2007, a indústria calçadista gaúcha representava 40% do valor gerado pela produção nacional. Uma década depois, a participação do RS caiu para 29%.
Diante deste quadro, há um ano o Movimento Pró-Calçado RS lançou a campanha “ICMS Igual para Todos”, cujo principal pleito é a equiparação da carga tributária com o Estado de Santa Catarina, onde o segmento calçadista encontra-se em plena expansão (saiba mais aqui https://icmsigualparatodos.com/)

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
O governador disse que a demanda é “justa e legítima”. Leite destacou, ainda, que a Secretaria da Fazenda não tem a missão de resolver as questões do governo, mas de atender as necessidades dos setores produtivos. “A Secretaria da Fazenda está aberta para discutir com os setores produtivos e os empreendedores a política tributária do Estado. Isso é uma novidade. A nossa postura agora é sentar à mesa. Criamos um programa chamado Receita 2030 não apenas para reduzir alíquotas, mas para simplificar a relação com o contribuinte”, acrescentou. Ele também disse que o setor é visto como de extrema importância para a economia gaúcha, dada a mão de obra intensiva que demanda. “Por isso, ele merece ser olhado com atenção a partir de estímulos da redução de impostos”, sinalizou.
Para o presidente do SICTC, Joel Brando Klippel, o governador foi muito explícito em se colocar sensível à necessidade de igualdade fiscal em relação ao restante do País. “Estamos muito próximos de conseguir alcançar o pleito, estou seguro disso”, afirmou ele.

PRESENTE ESPECIAL
Durante o encontro, Leite foi presenteado com um par de calçados, produzido pelos alunos da Escola de Sapateiros.
Também participaram da agenda o deputado federal Lucas Redecker e os deputados estaduais Dalciso Oliveira e Issur Koch.

IMG-20191018-WA0110Fotos: Leonardo Behling