Escola de Sapateiros comemora uma década

Da união de duas entidades historicamente antagônicas nasceu um projeto que, neste mês de julho de 2019, completa uma década. A Escola de Sapateiros é gerida pelo Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) e Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Calçados de Três Coroas (SindiSapateiros), em parceria com a Prefeitura de Três Coroas e as Faculdades Integradas de Taquara (Faccat). Em dez anos, mais de 700 profissionais conquistaram seus diplomas e duas novas turmas formam-se nesta quinta-feira, em cerimônia marcada para as 19h30, no Centro Municipal de Cultura de Três Coroas. Também será um momento de comemoração e de relembrar momentos marcantes desta trajetória.

Quem faz parte desta história, de diferentes maneiras, é Jesse Deecken Júnior. Ex-aluno, ele é hoje gerente de Desenvolvimento na Bebecê e voluntário no Grupo Gestor. “Não tinha conhecimento no calçado como um todo. Hoje, sou voluntário na escola para dar suporte técnico para o Grupo Gestor. Não tem salário que pague isso. Muito bacana ver as pessoas aprendendo e podermos colaborar”, conta ele. De instrutor, Darlei Lino de Souza agora é aluno no curso de Modelagem. Ele explica que a intenção foi sempre fazer o aluno enxergar, por meio do curso, possibilidades e oportunidades dentro da própria empresa em que atua, de maneira que possa crescer em sua função, potencializar a performance da empresa e, consequentemente, melhorar suas condições. Executivo comercial do SICTC, Juliano Mapelli acrescenta que profissionais qualificados também contribuem para produtos e processos cada vez melhores. “Ou seja, tanto o funcionário quanto a indústria ganham com a Escola de Sapateiros”, sinaliza ele, ao mencionar que o projeto nasceu durante o Empretec, curso do Sebrae de estímulo ao empreendedorismo, realizado pelo dirigente e também por empresários do ramo calçadista.

ORGULHO DE SER SAPATEIRO 

Presidente do SICTC, Joel Brando Klippel enfatiza outro propósito da escola: resgatar o orgulho de ser sapateiro. As centenas de empresas que empregam milhares de trabalhadores no Vale do Paranhana também merecem reconhecimento pela parceria e envolvimento no projeto. Vice-Presidente do SindiSapateiros, Erni Rinker enfatiza que, sem elas, não há geração de renda, não se compra no mercado, não se abastece no posto de combustíveis. “É um ciclo”, resume ele.

MOTIVAÇÃO PARA BOAS IDEIAS

Prefeito de Três Coroas, Orlando Teixeira dos Santos Sobrinho, fala com empolgação da iniciativa. “Representa emprego, renda, divulgação da cidade no País e fora, com a exportação. O setor calçadista é nossa grande economia. Nosso compromisso é seguir este trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos”, assinala o chefe do Executivo. Quem também compartilha deste sentimento é o reitor da Faccat, Delmar Backes. “Parece que foi ontem! Lembro da meninada, junto com o professor, aqui na Faccat para achar uma forma de criar a Escola de Sapateiros. O que é preciso fazer num primeiro momento quando as pessoas têm boas ideias? Motivá-los”, ensina ele. Coube à instituição acompanhar a elaboração do currículo, legalizar e certificar. “Penso que o grande mérito da Escola de Sapateiros é unir dois sindicatos historicamente antagônicos para promover o aperfeiçoamento profissional”, comenta Backes, que ainda dá um recado importante: “Na era da robotização e da tecnologia, é o conhecimento que vai dar perspectivas para todos. Três Coroas está fazendo o que se deve fazer em nível de Brasil. Temos orgulho em fazer parte deste projeto”, finaliza ele.

INSCREVA-SE 

As inscrições para novas turmas estão abertas e interessados podem entrar em contato pelo (51) 3546-1346 ou enviar e-mail para lucas@sindicatotrescoroas.com.br.

Banca avalia calçados produzidos pela turma de futuros sapateiros

O último dia de aula da turma de 16 alunos da Escola de Sapateiros foi de fortes emoções. Na noite de quarta-feira, 17 de julho, um grupo de 12 avaliadores conferiu os modelos de calçados produzidos pelos alunos para esta que é a última etapa da qualificação. No primeiro contato dos avaliadores, os modelos foram analisados sem a presença dos alunos e, em seguida, eles foram chamados para compartilhar suas dificuldades, percepções sobre o curso e também para defender suas criações.

Pela primeira vez na banca de avaliação, a estilista Brune Bernardi elogiou o resultado final. “Achei todos muito bem feitos. Avaliamos características como limpeza, acabamento e alinhamento e todos foram muito bem”, comenta ela. Brune ainda sugere que, para as próximas turmas, seja possível viabilizar o acesso a uma pesquisa de tendências, para que os estudantes possam desenvolver seus modelos em sintonia com o que o mercado fabrica. “Sabemos que eles têm pouca disponibilidade de materiais, mas pude notar que alguns usaram misturas de componentes que ficaram muito legais”, elogia a estilista.

No próximo dia 25, ocorre a formatura da turma e também uma cerimônia em comemoração aos 10 anos da Escola de Sapateiros, projeto que já formou mais de 700 profissionais e ocorre em parceria do SICTC com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Calçados, Componentes e Vestuário  de Três Coroas, Prefeitura Municipal de Três Coroas, Faculdades Integradas de Taquara – FACCAT, e apoio de mais de 35 empresas parceiras.

Formas Kunz é mais nova parceira da Escola de Sapateiros

A Escola de Sapateiros, projeto que, em 2019, completa dez anos, comemora a adesão de mais um parceiro. A empresa Formas Kunz, de Novo Hamburgo/RS, passará a disponibilizar formas para a confecção dos modelos produzidos pelos alunos.
Desde a sua criação, mais de 700 alunos passaram pelo projeto. Muitos deles conquistaram melhores postos de trabalho ou conseguiram oportunidades que, antes da qualificação, não estavam ao alcance.
Integrante do Grupo Gestor, responsável pela coordenação da Escola, Lucas Henrique Kern diz que a Escola de Sapateiros é uma iniciativa já consolidada e reconhecida por oferecer cursos de qualificação de mão de obra do setor na região. “E isso só é possível por causa dos organizadores e, principalmente, por causa dos parceiros. A nova parceria com as Formas Kunz só vem a agregar em nosso projeto, pois, juntamente com outros grandes parceiros, conseguimos possibilitar o aprendizado com o melhor dos equipamentos, maquinários e matérias-primas do mercado”, enfatiza Kern.
Empresas interessadas em se tornar parceiras do projeto podem entrar em contato pelo (51) 3546-1346 ou pelo e-mail lucas@sindicatotrescoroas.com.br.

SICTC busca aproximação com o Comitesinos

O Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) está em processo de reformulação de seus serviços de gestão ambiental. Além de encerrar a Central de Triagem, localizada junto de sua sede, por conta da redução da demanda por este suporte, a direção também estuda formas de tornar as ações realizadas em prol do meio ambiente ainda mais efetivas.
Um passo em direção a este propósito foi dado no dia 17 de junho, quando a técnica ambiental do SICTC, Sabrina Faiffer, e o presidente da entidade, Joel Brando Klippel, estiveram na sede no Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos), em São Leopoldo/RS. Eles foram recebidos pelo presidente do Comitê, Adolfo Klein, e pela secretária-executiva Viviane Nabinger. A ideia é estreitar relações entre as entidades e buscar maneiras de unir forças para possíveis parcerias em prol da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos.
Durante o encontro, Klippel e Sabrina apresentaram o Selo Verde, certificação concedida pelo SICTC para empresas comprometidas em dar o destino correto aos resíduos que geram.
Novos encontros estão previstos, para que se possa avançar no projeto.

Foto: Comitesinos/Divulgação

SICTC desativa Central de Triagem e remodela serviços de gestão ambiental

Depois de servir de exemplo para o País, ao zerar, em 2017, o passivo ambiental gerado pela indústria calçadista local, o Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas/RS (SICTC) anuncia a reestruturação dos serviços relacionados à gestão ambiental. As mudanças são reflexo do crescente mercado relacionado ao reaproveitamento de rejeitos e às novas tecnologias necessárias para o processamento adequado dos diferentes componentes utilizados na fabricação de calçados. Por conta destas transformações, nos últimos anos, o prédio de 1,5 mil metros quadrados da Central de Triagem vinha sendo subutilizado e, ao invés de ser um serviço rentável para a entidade, vinha acumulando prejuízos anuais de R$ 150 mil.

“Em 23 anos da Central de Triagem, o sindicato tornou-se especialista na coleta e destino correto de resíduos. Nunca houve uma notificação. Pelo contrário, prestava-se um trabalho exemplar. Mas novas tecnologias foram surgindo, empresas especializaram-se em diferentes processos de reaproveitamento e transformação de resíduos, e estes novos prestadores de serviço passaram a negociar diretamente com as indústrias. Não haveria como competir com eles sem altos investimentos”, detalha o presidente do SICTC, Joel Brando Klippel.

Ele explica que foram três meses de estudos e análises de números e o impacto junto aos associados, até que, em assembleia, foi aprovado o encerramento da central. Houve desligamento de quatro funcionários que atuavam diretamente no pavilhão. Também foi vendido o maquinário instalado no local e o prédio foi recentemente alugado pela indústria de calçados femininos MS. Com a reestruturação, agora o SICTC tem um superávit de R$ 84 mil.

PREJUÍZOS AFETAVAM COFRES DA ENTIDADE

Klippel acrescenta que até para o associado o serviço oferecido na Central de Reciclagem do SICTC não era vantajoso, uma vez que pagava-se em torno de 50 centavos mais caro por quilo de rejeito recolhido. A partir desta constatação, a equipe do sindicato prospectou serviços disponíveis no mercado considerados referência na área e chegou à Dirtel. Com sede em Igrejinha e mais de 30 anos de expertise na coleta, triagem e destinação adequada para rejeitos, a companhia tem uma cartela de clientes que inclui algumas das maiores indústrias do Rio Grande do Sul.

COMO FICA AGORA

A partir de agora, o SICTC passa a oferecer um serviço completo de consultoria ambiental, que inclui emissão de licenças ambientais, de operação, além de parceria com geólogo e biólogo, o que será oferecido aos associados com valor até 30% mais em conta do que o praticado pelo mercado. “A indústria calçadista que quiser se instalar em Três Coroas encontrará todas as licenças e serviços que precisa conosco”, avisa Klippel.

REFERÊNCIA NACIONAL

Em 23 anos de operação, a Central de Reciclagem recebeu em torno de 40 mil toneladas de resíduos sólidos da indústria calçadista local. Todo passivo ambiental armazenado foi coprocessado e beneficiado e, hoje, Três Coroas é referência nacional na eliminação do passivo ambiental que havia em aterros locais, desativados por meio de um amplo trabalho de conscientização junto às indústrias da cidade.

RESÍDUOS DISPUTADOS PELO MERCADO DE RECICLAGEM

Por conta do surgimento de novas tecnologias, hoje, o manejo de resíduos tornou-se um mercado de muitas possibilidades. “Os resíduos da indústria calçadista podem virar componentes para fabricação de cimento, adubo orgânico, entre outros desdobramentos”, comenta a técnica ambiental do SICTC, Sabrina Faiffer. Ela lembra que, nos primórdios da Central de Triagem, em 1996, 80% dos resíduos que eram recebidos na unidade tinham como destino um aterro (valas para disposição de resíduos), o que demandava controle e monitoramento ambiental, além de representar riscos ao meio ambiente.

Com o passar dos anos, tecnologias surgiram e materiais que tinham como destino as valas viraram item cobiçado por empresas recicladoras. “Continuaremos a exercer nosso papel, oferecendo a nossos associados o trabalho de gerenciamento dos resíduos, controle de destinação final, emissão de manifesto de transporte, assessorias ambientais e selo verde. Resumindo, todo o trabalho desenvolvido seguirá o mesmo, o que mudou foi a forma de coleta e armazenamento temporário dos resíduos”, esclarece Sabrina.

Fotos: Divulgação/SICTC

 

Imagem da Central no ano de 2012
Imagem da Central no ano de 2012.
Imagem recente, anterior ao encerramento da central
Imagem recente, anterior ao encerramento da central.
Hoje, espaço é alugado pela empresa MS
Hoje, espaço é alugado pela empresa MS

Expositores do estande Três Coroas Shoes satisfeitos com presença na Francal

Foram contabilizados os resultados obtidos pelos expositores do estande Três Coroas Shoes na 51ª Francal, que ocorreu de 3 a 5 de junho, no Expo Center Norte, na capital paulista. Seis marcas compartilharam o estande de 200 metros quadrados, espaço muito bem frequentado por lojistas vindos, principalmente, da grande São Paulo, de Minas Gerais, Espírito Santos e Rio de Janeiro. Andine, Eléia, Infinitu’s, Stéphanie Classic, Valentina e Variettá, juntas, comercializaram 31.690 pares. O volume deste ano representou R$ 1.834.350,00. A média de pares por empresa foi de 5.282, o equivalente a R$ 305.725,00, com valor médio do par negociado a R$ 57,88.
Para o executivo comercial do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas, Juliano Mapelli, a feira surpreendeu. “Inicialmente, estávamos sem grandes pretensões, por conta da proximidade com o SICC. Mas esta edição da Francal acabou sendo positiva. Nossos expositores estão satisfeitos e cumprimos nosso papel enquanto sindicato. O projeto vem crescendo, de quatro expositores passamos a seis, e nossa projeção é que mais empresas do polo façam parte”, analisa ele.
O estande Três Coroas Shoes foi o único representante do polo na Francal. Adepta do espaço coletivo nas feiras de São Paulo e Nordeste, a diretora da Valentina, Ana Paula Roldo, confirma os bons resultados obtidos pela presença na mostra. “Abrimos novos clientes e atendemos principalmente aqueles lojistas que não foram ao SICC”, aponta. Ela acrescenta que acredita muito na força do coletivo e, por isso, gosta de estar junto dos colegas empreendedores. “Levamos em conta os custos reduzidos, mas também entendemos que, juntos, mostramos a força e a qualidade do polo, acima de tudo. Desta forma, ainda otimizamos tempo do lojista, que encontra o que precisa num mesmo lugar”, enfatiza Ana.

PROJETO GANHA FORÇA
A cada ano mais reconhecido por lojistas de dentro e fora do País, o estande Três Coroas Shoes tornou-se um destino indispensável para quem frequenta o circuito das principais feiras calçadistas brasileiras. Ano após ano, novos fabricantes do polo optam por fazer parte do projeto, por acreditarem na proposta do Três Coroas Shoes, cuja essência está no espírito colaborativo e de crescimento coletivo. “Com o mercado ainda muito contingenciado, sabemos da necessidade que todos têm de equalizar investimentos. Queremos que o projeto cresça ainda mais e estamos à disposição dos associados para agregar ainda mais marcas ao nosso estande”, sinaliza Mapelli.

Três Coroas Shoes representa o polo na Francal

Com novo posicionamento, a Francal chega à sua 51ª edição e gera grande expectativa do mercado quanto às novidades que promete apresentar.
De 3 a 5 de junho, no Expo Center Norte, a mostra foca na conexão entre indústria e varejo como grande diferencial da programação. E o projeto Três Coroas Shoes não poderia ficar de fora.
Para este ano de 2019, estarão no estande organizado pelo Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC) as marcas Andine, Eléia, Infinitu´s, Stéphanie Classic, Valentina e Variettá. O estande é o único representante do polo de Três Coroas no evento.
Para o executivo comercial do SICTC, Juliano Mapelli, a Francal é, sempre, uma oportunidade de ampliar a cartela de clientes e estar em contato com as novidades que acontecem no centro do País. “Nossa expectativa é boa, todos querem buscar resultado. Acreditamos que o volume maior de clientes será da região sudeste, como São Paulo, Sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, enfim, regiões mais próximas de São Paulo. Trata-se de um grande centro, então, podemos, sim, ter bons negócios”, projeta Mapelli.

A MODA DE TRÊS COROAS
As seis marcas participantes do estande têm uma essência bastante particular.
A Andine trabalha com materiais de qualidade e entrega a seus clientes lançamentos em sintonia com o que a moda pede. Amarelo é a cor predominante da nova coleção e fivelas em tartaruga agregam personalidade a tamancos, mules e scarpins. Outra marca reconhecida pelo alto padrão de seus produtos é a Eléia. Com modelos em couro, agregou ao mix a estampa animal em cores néon, grande aposta da temporada. Já a Infinitu´s tem como característica o uso de materiais naturais no solado e cabedal, tudo a ver com a próxima estação! Como bem traduz o nome, a Stéphanie Classic lança modelos necessários para qualquer sapataria que preze por materiais selecionados e modelos que nunca saem de moda. Famosa por suas flats, a Valentina traduz sua personalidade em modelos carregados de enfeites, texturas e acabamentos diferenciados. Com pares que vão do 33 aos 46, a Variettá firma-se no mercado com uma moda democrática e repleta de personalidade. Vale conferir as botas tigh high e os scarpins feitos em laminado com estampa arco-íris.

O estande do Três Coroas Shoes fica na Rua 5/F-F1.

SICTC apoia seminário da indústria calçadista

Está marcada para 26 de junho a 23º SNIC – Seminário Nacional da Indústria Calçadista. Desta vez, a programação ocorre no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara/RS. O evento é uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e dos Sindicatos das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICT) e de Igrejinha (Sindigrejinha). O tema central será “Marcas no limite. Marcas sem limites”.
Ao enfatizar a importância da parceria com a Abicalçados para o fortalecimento do setor calçadista nacional, o executivo comercial do SICTC, Juliano Mapelli, destaca que o tradicional evento, realizado há mais de 20 anos, sempre traz temas contemporâneos e de acordo com as necessidades de mercado, o que o torna fundamental para as indústrias representada pelo Sindicato. “O objetivo de apoiar a realização do evento é, sobretudo, oportunizar para o máximo de empresas e profissionais da área a qualificação”, avalia.
O gestor de Projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que SNIC estimula debates sobre o fortalecimento de marcas, mesmo com limitações de rotina ou impostos pelo mercado. “Mais do que uma discussão sobre o futuro das marcas, iremos debater a realidade do mercado, as estratégias, ferramentas e caminhos para as marcas e os negócios. Traremos ao palco um olhar prático para entendermos ou ultrapassarmos nossos limites, sejam eles os limites entre lojas físicas e lojas virtuais, de orçamento, de produção, de tecnologia e todos os outros que são impostos para as marcas”, aponta o gestor. Sob curadoria da WTF School, o evento trabalha para trazer grandes nomes especializados no tema, que serão divulgados em breve.

PARCERIA DE SUCESSO
Presidente do Sindigrejinha, Erno Luis Feyh, ressalta que a parceria com a Abicalçados e o SICTC fortalece o setor, no sentido de dar mais força ao associativismo e à representatividade, tanto na conquista de pleitos para a indústria, como no compartilhamento de conhecimento e informação de qualidade. “A ideia de trazer o SNIC para mais perto do Vale do Paranhana também é um atrativo, pois aqui temos uma das principais regiões produtoras de calçados do Brasil”, comenta Feyh. No ano passado, as empresas do Vale do Paranhana produziram mais de 45 milhões de pares de calçados, dos 944 milhões produzidos em todo o País.

O SNIC tem o patrocínio da Couromoda, Francal e Colorgraf, parceria da Faccat e curadoria da WTF School. Os ingressos estarão disponíveis a partir da próxima semana no site http://www.abicalcados.com.br/snic.

SERVIÇO
23º SNIC
Data: 26/06/2019
Horário: das 9h às 17h
Local: Centro de Eventos Faccat (Avenida Oscar Martins Rangel, 4.500, Taquara/RS)
Mais em http://www.abicalcados.com.br/snic

 

 

 

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SICC dá a largada para um segundo semestre promissor

Com 400 expositores e 1,4 mil marcas, a 28ª edição do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado teve início nesta segunda-feira, 20 de maio, com pavilhões lotados e muito foco nas vendas para o segundo semestre. Em coletiva de imprensa, a direção da feira se disse bastante satisfeita com a repercussão e perspectivas e, inclusive, viu-se obrigada a liberar a entrada dos lojistas mesmo sem credencial, tamanha fila logo nas primeiras horas da programação.
A mostra ocupa 30 mil metros quadrados do Serra Park, em Gramado/RS, com os pavilhões 1, 2, módulo 4 e Estação 3. Neste ano, com apoio do Sindicato da Indústria de Calçados, Componentes para Calçados de Três Coroas (SICTC), foi viabilizada a vinda de mais de 200 importadores, vindos de em torno de 50 países. Destaque para o Equador, com uma delegação de 31 compradores, seguido do Peru e do Uruguai. Foram disponibilizadas 1 mil passagens e hospedagens a lojistas selecionados conjuntamente com o SICTC, além de outras 1,5 mil estadias, movimentando 77 hotéis de Gramado e Canela.
Outra boa notícia foi a participação de 33 empresas pela primeira vez e o retorno da Vulcabras Azaleia ao evento, o que só comprova a importância do SICC para todos os players do mercado. Destas 33 empresas, muitas são, inclusive, de fora do País, de olho nos compradores internacionais presentes nos pavilhões.

BOAS EXPECTATIVAS
Vice-presidente do SICTC, João Batista Vargas de Souza representou a entidade na coletiva e acredita que esta seja a melhor edição de todos os tempos. “Lá dentro está fervendo”, disse, referindo-se ao estande do projeto Três Coroas Shoes, cuja sua marca, Mulher Sofisticada, faz parte.
O polo de Três Coroas está representado por 20 empresas, dez delas presentes no espaço Três Coroas Shoes. A cobertura completa do evento você confere no Instagram (@trescoroasshoes) e Facebook (/trescoroasshoes).

TENDÊNCIAS
Nos estandes dos expositores de Três Coroas, entre as informações de moda que se destacam estão as estampas animais, muitas vezes usadas juntas num único modelo, e também materiais naturais, como cordas e jutas, aplicadas nos solados e cabedais. As mules seguem em alta, dividindo espaço com sandálias de tiras finas e saltos diferenciados, com forte influência da moda dos anos 1990.